Direção
de Gene Kelly, Stanley Donen
Em
1930 surge em Hollywood o cinema com som. Essa foi uma época muito
difícil para os atores, muitos perderam os empregos, pois não
se davam muito bem com essa nova tecnologia. Alguns eram incríveis
com suas atuações à la Charlie Chaplin e Mr. Bean , mas na
hora de abrir a boca eram péssimos (não é o caso de Charlie
Chaplin e Mr. Bean , que já nos provaram que são
perfeitos em tudo que fazem).
A
trama gira em torno de um estúdio de cinema que está produzindo um
novo filme. Lhes é apresentado o áudio e todos amam a ideia.
Porém, na hora de produzir esse longa, enfrentam problemas
como a perda de áudio (pois Lina, que dá a graça da trama, não
consegue dirigir suas falas em direção ao microfone), problemas de
dicção, entre vários. Quando o longa fica pronto, parece
um filme de comédia, ninguém consegue parar de rir, mas por sorte
eles ainda tem seis semanas antes do filme ser lançado no cinema.
Então nosso mocinho Don, com ajuda de Donald O’Connor, tem
a ideia de transformar o filme em um musical. A ideia é aceita e
posta em prática, mas novos problemas ocorrem quando percebem que
Lina não vai aceitar uma dublagem tão facilmente.
O
musical é de 1952, logo, a tecnologia usada ainda era a de
tecnicolor, com exceção para as cenas do filme que eles
produzem (que era em preto e branco por retratar a época da chegada
do som, que foi em 1930). O tecnicolor foi uma das invenções mais
majestosas, em minha opinião. Pra quem assistiu a “O
mágico de Oz”, de 1939 sabe que os diretores arrasaram e
suaram em cada cena. Com um aspecto vintage e colorido, “Cantando
na chuva” não pode deixar de ser apreciado pelos amantes do
cinema e de musicais.
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